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Alckmin apresenta equipe de educação e cita meta de elevar 1% do PIB

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Política

Alckmin apresenta equipe de educação e cita meta de elevar 1% do PIB

Uma das metas de um eventual governo seria levar o País a galgar posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa)

O pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB), apresentou nesta quinta-feira, 24, a equipe que irá formular seu plano de governo na área da educação. O tucano chamou Maria Helena Guimarães de Castro, que deixou a secretaria executiva do Ministério da Educação no início do mês, para coordenar o programa no setor. Também integram o grupo o ex-secretário de educação do Rio de Janeiro na gestão Sérgio Cabral, Wilson Risolia, e a empresária Ana Maria Diniz, uma das fundadoras do movimento Todos Pela Educação.

Uma das metas de um eventual governo seria levar o País a galgar posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que avalia o desempenho de estudantes em Língua Portuguesa, Matemática e Ciências. O Brasil ocupa hoje a 60º posição em um ranking de 76 países elaborado pelo Pisa.

Ganhar 50 pontos no ranking, disse Ana Maria, faria o PIB brasileiro crescer em 1%. Alckmin destacou que a meta estará dentro de sua promessa de dobrar a renda dos brasileiros. O prazo para alcançar o objetivo ainda está sendo estudado pela equipe do tucano. "Não tem uma bala de prata, tem um conjunto de iniciativas para melhorar a educação básica e levar a ganhos de produtividade", comentou quando questionado sobre o que fazer para atingir a meta. A reforma tributária e uma "agenda de competitividade" estariam integradas às medidas do governo, acrescentou.

Alckmin defendeu a reforma do ensino médio feita pelo presidente Michel Temer. "Eu gostei da reforma", citou. Integrante da equipe do MEC quando a proposta foi implementada por medida provisória, Maria Helena negou que a reforma tenha sido feita sem diálogo com a sociedade, já que Temer não enviou um projeto ao Congresso. "Se tem algo que foi muito debatido no País foi como fazer para mudar o ensino médio", afirmou, citando projetos de lei apresentados desde 1998.