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Municípios devem participar do combate à violência, diz Alckmin no RJ

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Política

Municípios devem participar do combate à violência, diz Alckmin no RJ

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira, 8, em evento para prefeitos, com a presença de outros dez presidenciáveis, que o governo federal deve liderar o combate ao tráfico de drogas e armas, e que os municípios precisam se envolver mais nessa área.

"Qual o governo mais importante? O das cidades. O ente mais importante precisa participar ativamente, com recursos. Polícia é ação no território. Foi aprovado o Sistema Único de Segurança Pública, e temos que trazer os municípios para reduzir latrocínio, roubo", afirmou o tucano em Niterói (RJ), para uma plateia de prefeitos, e lembrando da redução dos índices desses crimes no seu governo em São Paulo.

A 73ª Reunião Geral da Frente Nacional dos Prefeitos é o primeiro evento com múltiplos candidatos nesta fase de pré-campanha eleitoral. Os presidenciáveis falam separadamente, depois de assistirem a um vídeo onde são mencionadas propostas discutidas pelos prefeitos nos últimos dias.

O primeiro candidato a falar foi Rodrigo Maia (DEM). Alckmin defendeu as reformas tributária e da Previdência, como o presidente da Câmara dos Deputados já havia feito, e também a redução do endividamento dos municípios e do custo Brasil. Ao falar da reforma política, disse que o País não tem "35 ideologias": "Temos pequenas e médias empresas mantidas com dinheiro público."

Em relação à área da saúde, ele propôs que as seguradoras de saúde sejam cobradas quando seus segurados forem atendidos em hospitais públicos. O valor arrecadado iria para Estados e municípios, com benefício para o Sistema Único de Saúde. "Temos 23 mil leitos fechados, porque não há dinheiro para custeio, e 35 mil novas obras do Ministério da Saúde."

O ex-governador também pontuou que não basta gerir bem recursos, é preciso aumentar seu volume. "Pode juntar os três governos, e a capacidade de investimento é pequena. O governo federal não investe quase nada, a dívida pública vai chegar a 80% do PIB. Vamos ter ano que vem o sexto ano de déficit primário, isso é insustentável. Temos que atrair investimento privado, com bons projetos e marco regulatório. Hoje sobra dinheiro no mundo, que deve crescer esse ano 3,8%."

Também falarão na reunião de prefeitos Aldo Rebelo (SD), Álvaro Dias (PODE), Ciro Gomes (PDT), Guilherme Afif Domingos (PSD), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB), Manuela D'Ávila (PCdoB), Marina Silva (Rede) e Paulo Rabello (PSC). O deputado Jair Bolsonaro (PSL) não compareceu.