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Após arquivamento da denúncia, Lelo quer que votações das Reformas se tornem prioridade

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Política

Após arquivamento da denúncia, Lelo quer que votações das Reformas se tornem prioridade

Mesmo sabendo das dificuldades, Lelo diz que o período ideal para que os temas sejam colocados em votação é o atual, antes do recesso parlamentar que começa em meados de dezembro

Um dos dois deputados capixabas que votaram pelo arquivamento da denúncia contra o presidente Michel Temer pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça, realizada na última quarta-feira (25), o deputado federal Lelo Coimbra (PMDB) garantiu que o objetivo principal do governo a partir de agora deve ser aprovar as reformas Tributária e da Previdência.

Mesmo sabendo das dificuldades que irão enfrentar após o desgaste com as denúncias e a queda da popularidade do presidente, Lelo diz que o período ideal para que os temas sejam colocados em votação é o atual, antes do recesso parlamentar que começa em meados de dezembro.

"Acho que esses projetos tem que ser votados até dia 15 de dezembro, enquanto os temas estão mais frescos e estamos fora de um ano eleitoral. Precisamos conversar com os líderes da bancada para tentar votar isso o mais rápido possível. No entanto, eu não acredito que a reforma não seja votada como foi aprovada no relatório", frisou.

"Se nós fizermos um esforço coletivo de criar uma agenda mínima que possa ser aprovada nós podemos dar um passo adiante, mesmo em um ambiente de dificuldade (baixa popularidade do presidente. Mas precisamos lembrar que o Brasil vivia um período brutal de recessão, saindo de 6 milhões de desempregados para 14 milhões, isso antes do Temer. Agora, nós tivemos uma melhora nesses números, com a melhoria do PIB, redução nas taxas de juros", completou.

O voto a favor do arquivamento, segundo Lelo, também se deve ao fato do Brasil, caso Temer tivesse sido denunciado, ficar sem presidente durante o período de apuração da denúncia.

"Ficaríamos com uma vacância muito grande no cargo, de seis meses, com o presidente da Câmara [Rodrigo Maia] assumindo a presidência. Seria um processo de eleição indireta quase em cima do processo de eleição direta, em outubro. Eu entendo que as coisas precisam ser feitas e, se não forem feitas, vão nos causar desconforto adiante. Estou cumprindo um papel que acho importante no momento", concluiu.