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Pastor tem direito a deixar prisão para acompanhar enterro dos irmãos carbonizados, diz advogado

Morte irmãos carbonizados

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Polícia

Pastor tem direito a deixar prisão para acompanhar enterro dos irmãos carbonizados, diz advogado

Como a fase é de inquérito policial, ou seja, de investigação e recolhimento de informações, o que impera é a Lei da Presunção da Inocência.

O pastor foi preso uma semana após a morte dos meninos

Georgeval Alves Gonçalves, de 36 anos, conhecido como pastor George Alves, pai de Joaquim, de 3 anos, e padrasto de Kauã, de 6 anos, tem o direito de deixar a prisão para acompanhar o enterro das crianças. Foi o que informou um advogado criminalista. Os meninos foram carbonizados durante um incêndio dentro de casa em Linhares no último dia 21. Uma semana após a morte, o pastor foi preso.

Segundo o especialista, ele teria direito a deixar a prisão para participar do sepultamento porque como a fase é de inquérito policial, ou seja, de investigação e recolhimento de informações, o que impera é a Lei da Presunção da Inocência.

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O advogado disse ainda que por ser pai e padrasto das crianças, ele teria esse direito em respeito a lei de execuções penais que regula os presos condenados e provisórios. Um dos princípios dessa lei é que o detido tenha efetivo contato com familiares. Portanto, sob o olhar do direito e as condições atuais da prisão, ele poderia sim deixar a prisão.

Tudo vai depender do entendimento do magistrado que julgar esse pedido, caso seja feito. Até a noite da última segunda-feira (7) a Secretaria de Justiça ainda não tinha recebido nenhum pedido para liberação de George. A equipe da TV Vitória ainda tentou falar com os advogados do pastor para saber se esse pedido será feito, mas não teve retorno.

Liberação

Até às 11 horas desta terça-feira (08), a Secretaria de Estado da Justiça informou que não recebeu nenhum pedido para liberação do detento Georgeval Alves Gonçalves, conhecido como pastor George Alves. Ele está preso em uma cela isolada no Centro de Detenção Provisória de Viana II.